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Star One D2

haldrinf
Serrinha - Bahia
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Mensagem: #1
29/08/2019, 20:39

Além de 28 transponders em banda C, o satélite tem ainda 24 transponders em banda Ku e 20 Gbps de capacidade em banda Ka. A potência total do satélite é de 19,3 KW. A banda Ku, segundo a empresa, será utilizada para "o fornecimento de capacidade para dados, vídeos e Internet para órgãos do Governo e grandes empresas que atuam nas Américas do Sul e Central, incluindo o México. Possibilitará a transmissão de sinais para as ofertas de TV por assinatura", diz o release. "Já a Banda C garantirá a manutenção e crescimento das ofertas de sinais de TV aberta", diz a Embratel.

Fonte e maiores detalhes em: https://teletime.com.br/29/08/2019/embratel-aposta-no-star-one-d2-para-manter-canais-de-tv-na-banda-c-digital/

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wunsch
Fortaleza - Ceara
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Mensagem: #2
31/08/2019, 16:08

Li várias notícias relacionadas ao lançamento deste novo satélite. A dúvida ainda é saber se o D2, que será lançado em 2020, ficará trabalhando junto com o C2 ou o mesmo será redirecionado para outra posição orbital como sempre acontece com os satélites da frota StarOne?

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maxturazzi
BELA VISTA DO PARAISO - PARANA
Mensagem: #3
31/08/2019, 16:12

Eu tenho uma duvida se isso ocorrer a parabolica sofrera um apagao acredito por varios dias ou sera que a troca e imediata, tambem acredito que todas as frequencia serao alteradas.

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Andre Camargo
Itu - SP
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Mensagem: #4
31/08/2019, 16:43
Colaborador Canais

maxturazzi escreveu:
Eu tenho uma duvida se isso ocorrer a parabolica sofrera um apagao acredito por varios dias ou sera que a troca e imediata, tambem acredito que todas as frequencia serao alteradas.

Bom, então vamos jogar uma luz nas suas suposições...
1) Troca de satélite é algo meio que corriqueiro, só em 70°W houve a troca do A2 pelo B1, deste pelo B4, depois pelo C2 e agora vem o D2. Quanto tempo os canais ficaram sem sinal? Nenhum segundo. Eu lembro que deixei gravando um canal na madrugada que ocorreria a primeira dessas trocas (1994), no momento exato o canal ficou bem chuviscado e uns 2 ou 3 segundos depois voltou melhor.

2) Ainda não foi divulgado o mapa de frequências do D2 mas é certo que tudo que estiver acima de 3700 ficará como está. Até hoje todos os sats da Embratel/Starone tem seguido o padrão americano de transponders, com largura de 36 MHz e faixa convencional de 3700 H/3720 V a 4180 H/4200 V. Se há alguma incerteza é apenas em relação a ter ou não a faixa estendida (abaixo de 3700) devido à iminente licitação p/ 5G.

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maxturazzi
BELA VISTA DO PARAISO - PARANA
Mensagem: #5
31/08/2019, 17:36

Nossa legal pensei que demorava alguns dias para voltar obrigado pela explicação vou torcer para alguns canais do c1 aproveitar essa mudança e já migratem para o D2 e desligarem os analógicos passando todos para o digital só assisto parabólica muito melhor que programação local, na minha opinião deveria investir mais em satélites do que terrestre vou aguardar a mudança obrigado.

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candelaria
Candelária - RS
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Mensagem: #6
31/08/2019, 17:45

O D2 irá para 70 graus. Por sua vez o C2 que tem vida útil até 2024 será deslocado para 65 graus, onde hoje se encontra o C1.

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Walter Sandes
São Paulo - SP
Mensagem: #7
31/08/2019, 18:30

maxturazzi escreveu:
Eu tenho uma duvida se isso ocorrer a parabolica sofrera um apagao acredito por varios dias ou sera que a troca e imediata, tambem acredito que todas as frequencia serao alteradas.


Como disse o nosso colega André Camargo, não haverá apagão nenhum.
Quando da troca do satélite anterior, pelo C2, eu estava na época assistindo TV num canal analógico, e começou a chuviscar. Em questao de segundos a imagem foi restabelecida.

E todas as frequências estavam normais. Nada de mudança de frequências, por causa de troca de satélites.

Abs,
Walter - Very Happy

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Walter Sandes
São Paulo - SP
Mensagem: #8
31/08/2019, 18:35

maxturazzi escreveu:
na minha opinião deveria investir mais em satélites do que terrestre vou aguardar a mudança obrigado.


Na sua opinião, mas na das operadoras de TV, eles já investem e muito no Digital Terrestre. O satélite não é barato. Pra eles só interessa satélites para TV por Assinatura (DTH), e não deixar o Digital Terrestre de lado.

Para os canais do C1 migrarem para o novo satélite, vai depender de espaço e do valor do aluguel do transponder. Caso contrário, o destino é o C3.

Abs,
Walter - Very Happy

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digital_scientist
São João da Boa Vista - SP
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Mensagem: #9
31/08/2019, 19:23

Especulando...

- O D2 deverá ficar na posição do C2 e este último poderá ser deslocado para os 65W ou para os 37,5W.
- Creio eu que a posição dos 65W tem "novo" dono...

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candelaria
Candelária - RS
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Mensagem: #10
31/08/2019, 22:22

Banda Ka é a nova fronteira para operadoras
Valor Econômico 26 Mar 2019Satélite Ivone Santana
ANA PAULA PAIVA/VALOR
Gustavo Silbert, da Star One: mercado potencial está onde os clientes empresariais só têm banda estreita e não conseguem se integrar à rede corporativa
As operadoras de satélite já começam a expandir no espaço suas redes de comunicação com a banda Ka. Essa faixa de frequência, diferentemente de outras, permite oferecer mais capacidade para transmissão de informações e acesso à internet em banda larga por menor preço. A Embratel Star One, operadora de satélites do grupo Claro, está lançando uma rede corporativa de dados em Ka, a Infosat Prime, no Star One D1. Além disso, acaba de ampliar seu serviço de banda larga Ipsat por meio dessa banda, também no satélite D1, para atender empresas de diversos tamanhos. As operadoras posicionam seus artefatos na arena espacial para lutar por clientes.

Paralelamente, a Star One investe US$ 400 milhões em um novo satélite, diz Gustavo Silbert, diretor-executivo da Embratel Star One. Será o maior da frota atual de seis satélites da companhia. Pelo último balanço da Star One publicado, referente a 2017, a companhia obteve receita operacional líquida de R$ 690,2 milhões e lucro do exercício de R$ 192,8 milhões.

A Space Systems Loral (SSL) foi contratada para fabricar o Star One D2 — em Palo Alto, na Califórnia —, com prazo de conclusão para o fim deste ano. Na sequência será feito o lançamento pelo foguete da francesa Arianespace, a partir da Guiana Francesa. A nave estará equipada com as bandas C, Ku, Ka e X (esta última, de uso militar). Terá cobertura sobre as Américas Central, do Sul e do Norte.

Com o D1, a companhia já tem cobertura sobre as áreas onde residem 95% dos brasileiros. O D2 vai complementar até os 100%, além de cobrir os países fronteiriços com o Brasil, diz Silbert. “Nosso serviço compõe o portfólio da Embratel para o mercado corporativo”, diz o executivo, destacando que o cliente pode ter tudo em um só lugar. “Isso é determinante para nossa estratégia.”

O D2 vai para a posição 70º Oeste, onde está o satélite C2, cuja vida útil vai até 2024. Seus serviços serão transferidos para o D2 e depois será deslocado para 65º Oeste para substituir o C1. Com sua frota, a Star One atende as grandes empresas, emissoras de TV, canais independentes, bancos, órgãos do governo, operadoras de telecomunicações, entre outros clientes.

Enquanto a Star One se concentra no mercado empresarial, suas concorrentes Hughes e Yahsat, que já oferecem acesso à internet por banda Ka, estão voltadas para o segmento residencial e de pequenas empresas. A grande demanda de aplicações baseadas em internet e a carência de infraestrutura no país são fatores atrativos para as operadoras.

Silbert disse que a Star One também pode atender o segmento residencial, mas não é o seu foco.

A Yahsat Brasil, controlada pela Yahsat dos Emirados Árabes Unidos, lançou seu serviço em banda Ka em novembro do ano passado. Já tem presença em 17 Estados e, desde então, cresce mais de 50% ao mês no segmento residencial, segundo seu diretor-geral, Marcio Tiago, sem revelar receita nem número de clientes. Para ele, não haverá problema de competição, já que a demanda por internet é muito reprimida no país.

Em banda Ka, a Yahsat tem alvos diferentes da Star One. Seus principais focos são provedores de serviços agregados no atacado — que revendem a capacidade para clientes finais, geralmente corporativos — e os segmentos residencial e de pequenas e médias empresas. Tiago considera que seu único concorrente direto é a Hughes.

A Hughes do Brasil é uma subsidiária integral da Hughes Communications, com sede em Ger- mantown, nos EUA. Acima delas está a controladora EchoStar, que possui ou tem leasing de 18 satélites. No Brasil, a subsidiária contratou por 15 anos a capacidade total da banda Ka do satélite Eutelsat 65 Oeste A, lançado há cerca de dois anos, informou a Eutelsat.

Rafael Guimarães, presidente da Hughes do Brasil, disse que desde junho de 2016 a empresa oferece banda larga em banda Ka. Com esse primeiro satélite, a cobertura atingiu 4 mil municípios. Em outubro de 2018, contratou também capacidade do satélite da Telesat, estendendo a cobertura a mais 1.000 municípios.

Agora, a Hughes quer ter o seu próprio satélite sobre o Brasil. A SSL está construindo a nave, com previsão para lançamento em 2022. Com isso, ficarão os três artefatos operando em Ka.

Guimarães disse que o foco de ativação do serviço está nas zonas mal-atendidas ou sem atenvos dimento por internet. “A banda larga está causando impacto, 30% dos nossos assinantes não tinham banda larga antes”, disse ele. “A competição é de provedores locais ou inexistente.”

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Telecomunicações por Satélites (Abrasat), há seis operadoras de satélites com banda Ka no Brasil, no momento: Eutelsat, Star One, Telebras, Telesat, Hispamar e Yahsat.

Além disso, a Abrasat cita a O3B, subsidiária da SES, de Luxemburgo, que cobre a Amazônia e Fernando de Noronha com banda Ka em órbita média. Segundo a entidade, a SES vai lançar mais satélites da O3B em abril, sendo que alguns deles poderão atender também o Brasil.

Controlada pela espanhola Hispasat, tendo como sócia a operadora Oi, a Hispamar tem duas posições orbitais brasileiras, com os satélites Amazonas 3 e Amazonas 5. Conta ainda com o Hispasat 30W-6 e acordos para uso de capacidade com outras operadoras. Em outubro, lançou o serviço em Ka. “O mercado de satélite agora está começando a respirar, tem contratos grandes com operadoras de telecom. Estava parado”, diz Sergio Chaves, diretor de negócios da Hispamar para América do Sul. A empresa está desenhando um novo satélite, mas não revela detalhes.

A Hispamar vende seus serviços no atacado para operadoras de telecomunicações e provedores de serviços. Não atende os clientes diretamente. O diretor diz que já tem grandes contratos assinados e que os clientes estão homologando os produtos. A Telefônica está em sua carteira desde 2013.

“O modelo tradicional de comercializar satélite morreu”, diz Chaves, referindo-se a construir e vender capacidade por 15 anos. “Isso vem mudando, os contratos já não têm tanta duração.” A companhia vende megabits e busca se fortalecer na cadeia de valor. Cobre toda a costa brasileira, do Pará ao Rio Grande do Sul, além de regiões específicas.

Para Silbert, o mercado potencial está onde os clientes empresariais só têm banda estreita e não conseguem se integrar à rede corporativa com protocolo MPLS — de alto desempenho. Com os novos serviços da Star One, isso será possível, diz ele, ao citar também o setor de agribusiness, que requer banda cada vez maior e não pode compor rede corporativa onde não tem banda larga. “É um grande mercado a ser explorado”, diz.

Embratel Star One investe US$ 400 milhões em mais um satélite para atender clientes do segmento empresarial


EDITADO A FONTE: https://www.pressreader.com/

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Walter Sandes
São Paulo - SP
Mensagem: #11
01/09/2019, 10:03

E quem é que vai "limpar" todo este LIXO espacial que fica lá flutuando no espaço e sem uso???

Ou acham que é só encher o espaço de satélites e tudo bem?????

Abs,
Walter - Very Happy

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #12
01/09/2019, 10:40

maxturazzi escreveu:
Eu tenho uma duvida se isso ocorrer a parabolica sofrera um apagao acredito por varios dias ou sera que a troca e imediata, tambem acredito que todas as frequencia serao alteradas.


Não se preocupe que não haverá apagão de sinal pela troca de satélites, porque não é a primeira vez que ocorre isso e não houve caso do tipo, muitos nem perceberam a troca, só depois a cobertura que foi melhorando dependendo das características do mesmo de sinal que melhorou a recepção mas não houve queda durante a troca, assim como explicado antes pelo Andre pode ficar tranquilo não haverá nada de anormal na recepção.

A dúvida mesmo se haverá banda planejada também, além de banda estendida, que o C2 tem esse último só não é usada, já planejada pelo que sei não e as que tem são satélites mais novos pós e muito C2, saber se vão acrescentar essa faixa, mas se for ficar no 70W antes da hora o C2 deve sair, não terá como ter os dois ao mesmo tempo pra banda C já que trabalham mesma faixa que eu saiba, não dará certo, só se trabalhassem faixas de frequências diferentes como é C2 e C4 na transmissão da Claro TV na outra banda, um com a faixa mais baixa e outro com a mais alta. Pelo que sei dificilmente o C2 ficaria, seria deslocado pra outro lugar, mas sendo que o C2 tem muita viada útil e está super bem em sua função nem necessitaria fazer mudança agora, esperar pelo menos 2022 seria ideal, troca antes parece ser mais estratégica de mercado da mesma, porque não está necessitando uma troca antecipada, esses casos é quando o satélite perde rendimento de cobertura ou problemas técnicos de transmissão e o C2 não apresentou nenhum problema operacional até agora.

wunsch escreveu:
Li várias notícias relacionadas ao lançamento deste novo satélite. A dúvida ainda é saber se o D2, que será lançado em 2020, ficará trabalhando junto com o C2 ou o mesmo será redirecionado para outra posição orbital como sempre acontece com os satélites da frota StarOne?


O certo que ambos não irão operar no 70W ao mesmo tempo pra banda C, um será deslocado, pelo que eu saiba não será possível, trabalham com mesma faixa, será um ou outro, se D2 for antecipado e pra 70W o C2 deve sair, não tem como ambos operarem na mesma órbita porque na Banda C usam mesma faixa, não tem como separar. Provavelmente o D2 antecipado no 70W o C2 deve ser deslocado pra o 65W no lugar do C1, deve ser as estratégia inicial.
Sendo que tem a faixa 37.5W da Star one que está "vazia" todos canais migraram, pode ser que a intenção seja mudar o C1 pra essa órbita, quem sabe.
C1 37.5W, C2 65W, D2 70W, C3 75W, D1 84W, numa hipótese essas posições.

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Walter Sandes
São Paulo - SP
Mensagem: #13
01/09/2019, 18:40

Heim???? Como??? Não entendi o que está escrito aí em cima. Alguém pode resumir pra mim???? Kkkkkkkkkkkkk!!!

Abs,
Walter - Very Happy

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mjorge
Palmeira dos Índios - Alagoas
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Mensagem: #14
01/09/2019, 20:47

Walter Sandes escreveu:
E quem é que vai "limpar" todo este LIXO espacial que fica lá flutuando no espaço e sem uso???

Ou acham que é só encher o espaço de satélites e tudo bem?????

Abs,
Walter - Very Happy


No caso dos satélites geoestacionários, quando a vida útil deles chega ao fim, eles são enviados para a chamada "órbita cemitério", alguns quilômetros acima da órbita geossíncrona. Nessa órbita, eles vão descansar em paz por centenas ou até milhares de anos, até caírem na Terra ou se deslocarem para o espaço profundo.

É uma solução ideal? Não! Porém, essa órbita ainda suporta mais algumas décadas servindo como cemitério de satélites, com baixa chance de acontecer algum incidente. O problema mesmo está nas órbitas baixas, onde o lixo espacial pode provocar incidentes sérios, ameaçando inclusive a Estação Espacial Internacional.

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #15
01/09/2019, 21:21

mjorge escreveu:

No caso dos satélites geoestacionários, quando a vida útil deles chega ao fim, eles são enviados para a chamada "órbita cemitério", alguns quilômetros acima da órbita geossíncrona. Nessa órbita, eles vão descansar em paz por centenas ou até milhares de anos, até caírem na Terra ou se deslocarem para o espaço profundo.

É uma solução ideal? Não! Porém, essa órbita ainda suporta mais algumas décadas servindo como cemitério de satélites, com baixa chance de acontecer algum incidente. O problema mesmo está nas órbitas baixas, onde o lixo espacial pode provocar incidentes sérios, ameaçando inclusive a Estação Espacial Internacional.


Lixo espacial é inevitável, porque quem coloca os satélites espaciais em órbita quando terminam seus serviços e vida útil simplesmente abandonam o mesmo no espaço, nem fazem nada como criar um plano de trazer de volta ou qualquer coisa do ramo, simplesmente com o tempo uma parte desse "lixo ou sucata espacial" entra na terra e podendo causar acidentes que viram notícias, por falta de planejamento, o planeta já está cheio de lixo desativado em torno circulando, mais que dos satélites ativos operando hoje. Hoje não são só meteoritos que dão notícias, mas lixo espacial que cai na terra também ocupando espaço nos noticiários, que o próprio ser humano jogou em órbita anos atrás.
Uma hora não dará mais tanto lixo orbitando em torno da Terra.

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #16
01/09/2019, 21:26

candelaria escreveu:
O D2 irá para 70 graus. Por sua vez o C2 que tem vida útil até 2024 será deslocado para 65 graus, onde hoje se encontra o C1.


Na verdade a expectativa seria até 2023, podendo ser estendida dependendo das condições do mesmo até lá, se poderá permanecer operando normalmente pós sua vida útil programada.

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HeitorPosada
Araruama - RJ
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Mensagem: #17
02/09/2019, 07:21

IgorSl escreveu:
candelaria escreveu:
O D2 irá para 70 graus. Por sua vez o C2 que tem vida útil até 2024 será deslocado para 65 graus, onde hoje se encontra o C1.


Na verdade a expectativa seria até 2023, podendo ser estendida dependendo das condições do mesmo até lá, se poderá permanecer operando normalmente pós sua vida útil programada.

É, o C1, anterior, ainda tem otimos sinais.Quando substituiram o Intelsat 9 pelo 21, continuou bom da mesma forma.

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