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IMPACTO DA INTERF. FAIXA DE 3,5 GHZ PEQUENO, INFO ANATEL
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ivonesio bezerra da silva
camutanga - PE
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Mensagem: #181
13/01/2020, 08:34

digital_scientist escreveu:
- Falando sobre 5G, eu estou na dúvida se o leilão irá ocorrer logo, pois tem uma pedra no caminho chamada "Oi" que quer vender seus ativos de telefonia móvel e concorrentes que querem compra-la, mas o capital não é suficiente para comprar a "Oi" e ainda participar do leilão 5G.
- Então, pode ser, que mais soluções sobre a interferência com a Banda C possam surgir nesse meio tempo e por hora, só o Suriname que inaugurou a comercialização de 5G na América do Sul.
Acabei de ouvir(13/01/20) o próprio ministro da ciência e tecnologia afirmar que 5G só em 2022;a pergunta é: Qual LNB, é capaz de filtrar a interferência do 5G, a impressão que fica é que se fosse tão simples troca do LNB(como afirmam), já teriam batido o martelo, o buraco é mais embaixo, creio que tem muita informações que não chega aos "plebeus".

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Francisco Crispim
Itajaí - SC
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Mensagem: #182
13/01/2020, 09:29
Administrador

ivonesio bezerra da silva escreveu:
digital_scientist escreveu:
- Falando sobre 5G, eu estou na dúvida se o leilão irá ocorrer logo, pois tem uma pedra no caminho chamada "Oi" que quer vender seus ativos de telefonia móvel e concorrentes que querem compra-la, mas o capital não é suficiente para comprar a "Oi" e ainda participar do leilão 5G.
- Então, pode ser, que mais soluções sobre a interferência com a Banda C possam surgir nesse meio tempo e por hora, só o Suriname que inaugurou a comercialização de 5G na América do Sul.
Acabei de ouvir(13/01/20) o próprio ministro da ciência e tecnologia afirmar que 5G só em 2022;a pergunta é: Qual LNB, é capaz de filtrar a interferência do 5G, a impressão que fica é que se fosse tão simples troca do LNB(como afirmam), já teriam batido o martelo, o buraco é mais embaixo, creio que tem muita informações que não chega aos "plebeus".



Já foi comentado muito sobre as interferências do 5G nas antenas e tem empresa contratada estudando e testando filtros para o LNBF.
Mesmo que ocorreu no 4G e foi lançado filtro para o LNBF onde tem necessidade de interferência.

Tudo ao seu tempo.

Abs.

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HeitorPosada
Araruama - RJ
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Mensagem: #183
13/01/2020, 11:41

Como dito ,5G depende de varios fatores. O Suriname ,citado, deve precisar de poucas estações, até menos do que o estado de
Alagoas.

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MicaelSilva
Americana - SP
Mensagem: #184
13/01/2020, 15:48

ivonesio bezerra da silva escreveu:
Acabei de ouvir(13/01/20) o próprio ministro da ciência e tecnologia afirmar que 5G só em 2022;a pergunta é: Qual LNB, é capaz de filtrar a interferência do 5G, a impressão que fica é que se fosse tão simples troca do LNB(como afirmam), já teriam batido o martelo, o buraco é mais embaixo, creio que tem muita informações que não chega aos "plebeus".


O mais provável é que nao tenha a ver com parabólica e sim com a briga EUA x China/Huawei. Se o Brasil começasse com o 5G agora teria que usar tecnologia da Huawei e comprar briga com os EUA, então preferem deixar a poeira baixar um pouco.

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Grungepunk
Jardim Do Seridó - RN
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Mensagem: #185
14/01/2020, 14:16

ANATEL ACOMPANHA, MAS NÃO QUER VÍNCULO COM OS NOVOS TESTES DE INTERFERÊNCIA DA 5G
Miriam Aquino MIRIAM AQUINO 13 DE JANEIRO DE 2020

O CPqD vai iniciar testes de campo para confirmar se os filtros a serem instalados nos equipamentos das TVs por parabólica conseguem evitar a interferência da 5G. Leonardo de Morais, presidente da Anatel, quer os técnicos da agência participando como observadores.

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O Sinditelebrasil (entidade que congrega as maiores operadoras de telecomunicações) resolveu dar início aos testes de campo para apurar se a nova geração de filtros conseguirá evitar a interferência da tecnologia 5G nos serviços de TV aberta por parabólica (TVRO) na frequência de 3,5 GHz. Os testes de laboratório realizados no ano passado conseguiram comprovar que essa nova geração de equipamentos é capaz de mitigar as interferências, conforme relatou o CPqD, centro de pesquisa que está realizando os testes.

Para essa segunda fase de testes, o Sindi pediu a participação da Anatel, visto que é a agência, em última instância, que deverá dar a palavra final sobre como será solucionado esse entrave, para que o leilão da 5G ocorra. O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, em ofício às áreas técnicas, concorda em participar dessa nova fase, mas disse que os técnicos que participarem devem ser vistos exclusivamente na qualidade de ” colaboradores observadores”.

Isso porque, enfatizou Morais em seu ofício, o Comitê de Órbita e Espectro da agência, o qual preside, realizou seus próprios testes, cujo resultado foi divulgado em julho do ano passado, contando com a participação de diferentes stakeholders, como os radiodifusores, a indústria, os operadores de satélite além das operadoras de celular.

Para Morais, a participação dos técnicos da Anatel nessa nova rodada não ” significa, em qualquer hipótese, endosso ou vinculação incondicional aos resultados e conclusões eventualmente obtidos nesses experimentos”.

Sugere ainda que todos os grupos que trabalharam no Comitê para a realizados dos testes promovidos pela Anatel também sejam convidados para participar dessa nova etapa.

O que se discute

Um pedaço do espectro de 3,5 GHz – que foi escolhido pela UIT e adotado em todo o mundo para receber a tecnologia de quinta geração – é ocupado aqui no Brasil pela TVRO. E é uma ocupação quase “clandestina”, pois não é um serviço de TV nem de telecomunicações sob a ótica regulatória e, por isso, ocupa essa faixa em caráter secundário, sem proteção. Acontece que há milhões de telespectadores (quantos são, na verdade, ninguém sabe com precisão) que assistem aos canais de TV abertos via satélite e não poderiam ficar sem esse serviço.

Quando essa frequências for vendida para as operadoras de celular, o serviço móvel acabará impedindo que os sinais de TVRO sejam captados, porque o sinal de satélite é bem mais fraco, se nada for feito. Por isso, busca-se uma solução para o problema, que só ocorre no Brasil.

Os radiodifusores reivindicam que os serviços de TV por parabólica migrem para uma outra frequência de satélite, conhecida como banda Ku. Só que as operadoras de celular é que vão pagar a conta, e argumentam que essa migração irá custar entre R$ 7 R$ 9 bilhões – dependendo do interlocutor.

As operadoras de celular querem, então, colocar filtros nos equipamentos receptores das TVs, pois a conta ficará muito mais barata. Mas os primeiros filtros testados não resolviam o problema. Novas tecnologias e diferentes fabricantes foram consultados e os testes refeitos, que confirmaram a eficiência para barrar a interferência.

Além dos testes, as operadoras de celular ainda sugeriram uma nova abordagem, que poderá repassar mais 100 MHz para a 3,5 GHz, mas essa nova abordagem tem a reação dos demais operadores de satélite.
Fonte: http://www.telesintese.com.br/anatel-acompanha-mas-nao-quer-vinculo-com-os-novos-testes-de-interferencia-da-5g/

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Grungepunk
Jardim Do Seridó - RN
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Mensagem: #186
21/01/2020, 16:10

Empresas costuram solução conciliadora para leilão de 5G
Por Samuel Possebon -20/01/20, 20:04

Foto: Pixabay
Nesta terça, dia 21, o CPqD apresenta o relatório com os resultados dos testes de mitigação das eventuais interferências dos serviços de 5G nas recepções de sinais de TV via satélite em banda C (TVRO). Este é o primeiro passo de uma costura mais ampla que atores do mercado de telecomunicações (incluindo operadores e fornecedores) tentam fazer com a Anatel e governo no sentido de assegurar o leilão da maior quantidade de espectro, sem excluir players regionais e sem criar atritos com a radiodifusão. Tudo isso com o menor custo possível. Essa costura precisa ser feita até o final do mês, para assegurar que o edital seja aprovado para consulta pública no dia 6 de fevereiro, como quer o conselheiro Moisés Moreira, que tem vistas da matéria.

A conclusão do relatório do CPqD não deve trazer surpresas. Depois de algumas considerações metodológicas da Anatel em função dos relatórios prévios, o documento final ficou em linha com o que foi antecipado por este noticiário em novembro: a mitigação é técnica e economicamente viável com a adoção de filtros de nova geração a serem instalados nas parabólicas, e com a adição de 100 MHz de banda de guarda na chamada Banda C estendida.

Na verdade a proposta das operadoras de telecomunicações é que as transmissões de sinais de TV via satélite sejam alocadas em faixas ainda mais elevadas do espectro, acima de 3,8 GHz, permitindo inclusive a adição de outros 100 MHz para o leilão de espectro de 5G. Para isso acontecer, é necessário que se adotem filtros projetados especificamente para este tipo de situação, que foram analisados e validados pelo CPqD nos testes realizados. Estes filtros, contudo, precisam seguir um processo de certificação cuidadoso para terem sua eficiência assegurada.

Acomodando todo mundo

Com isso, seria possível acomodar três blocos de 100 MHz entre 3,4 GHz e 3,7 GHz para operadoras nacionais, deixar a banda de 3,7 GHz a 3,8 GHz para proteger as transmissões de TVRO e usar a faixa de 3,3 GHz a 3,4 GHz para acomodar provedores regionais e/ou um eventual quarto entrante nacional com menor capacidade financeira. Esta é a costura que está sendo feita nos bastidores.

Uma peça chave para essa costura é a publicação definitiva da Política de 5G, prometida pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para o dia 13 de janeiro, mas ainda não editada. Esta política, cujos termos já são relativamente antecipados no mercado, estabelecerá a prioridade para a mitigação das interferências em banda C ou a migração dos canais de TV para a banda Ku, o que for economicamente mais interessante e tecnicamente mais viável. Não por acaso, a área técnica da Anatel encaminhou na semana passada ao conselho diretor uma análise sobre a faixa de 3,5 GHz. Segundo apurou este noticiário, o estudo é uma análise sobre o uso e a capacidade da banda C do satélite, tendo como preocupação central como está o uso da banda C pelos sistemas de comunicação de dados profissionais via satélite que utilizam a banda C (estações VSAT), onde seria possível reacomodá-los, se preciso, e a capacidade de satélites disponível.

Testes prosseguem em paralelo

Dentro da costura, as operadoras devem sugerir que os testes do CPqD sejam realizados em campo a partir do início da consulta pública do edital de 5G. Há confiança de que se os filtros passaram nos testes realizados até aqui em ambiente controlado, passarão com folga em testes de campo reais porque os níveis de potência na prática são menores e as distâncias entre transmissores e parabólicas, maiores.

Ainda existe uma costura que precisa ser feita com os radiodifusores. As emissoras viam no leilão de 5G a possibilidade de encerrarem de vez as transmissões de banda C e migrarem para a banda Ku, com parte do custo bancado pelo leilão. Mas existe outra questão em aberto: a destinação dos recursos de R$ 1,2 bilhão que sobraram do processo de liberação da faixa de 700 MHz, geridos pela Entidade Administradora da Digitalização (EAD). O debate sobre o uso destes recursos vem desde 2018 e tem sido esmiuçado do ponto de vista jurídico e operacional desde então. Os radiodifusores querem o uso dos recursos para a continuidade da distribuição de kits de TV digital para além das 1,4 mil cidades onde o desligamento ocorreu. As demais cidades brasileiras precisam, em tese, ter o sinal de TV desligado até 2023, mas não há nenhuma política pública (entenda-se recursos) previsto para auxiliar as emissoras ou os telespectadores nesse processo. É possível que a Anatel vincule, de alguma maneira, a questão do saldo da TV digital a uma conciliação na questão da banda C via satélite, mas este ainda é considerado o ponto frágil da costura para otimizar o leilão de 5G.

Também existe um esforço do mercado para demover a Anatel da adequação do modelo de leilão de espectro do tipo CCA (combinatorial clock auction) nesse momento, pela complexidade técnica e imprevisibilidade nos resultados. A ideia é que a agência mantenha o modelo de leilão por blocos preestabelecidos, sem privilegiar nem excluir os pequenos e médios players e sem gerar custos adicionais para as grandes operadoras.
Fonte:https://teletime.com.br/20/01/2020/empresas-costuram-solucao-conciliadora-para-leilao-de-5g/

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Andre Camargo
Itu - SP
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Mensagem: #187
29/01/2020, 10:30
Colaborador Canais

Hoje saiu outra matéria no Teletime que confirma que o 5G realmente deve "invadir" a banda C estendida indo até 3700 MHz e não 3600 como pensado inicialmente.
Com isso não devemos ter canais de TV (comerciais ou educativos) até 3800 MHz, considerando uma banda de guarda de 100 MHz onde se houver alguma transmissão deve ser de dados ou canais corporativos.

https://teletime.com.br/29/01/2020/tv-e-teles-chegam-a-um-acordo-sobre-banda-c/

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